Sempre fui fã das tirinhas “Calvin & Haroldo”, de Bill Watterson, e acompanhava as aventuras do garotinho e seu amigo tigre sempre que podia. Esperava pelo jornal apenas para ler a tirinha no caderno especial, até que ganhei um livro comemorativo de aniversário dos personagens e virei mais fã ainda.
As historinhas tinham um sentido simples para as crianças e complexo para os adultos. Calvin e Haroldo viviam em um mundo semelhante ao meu e a de todas as outras crianças, cheias de fantasias, brincadeiras e aventuras.
A imaginação era o carro chefe das brincadeiras e empreitadas e me lembro muito bem de uma tirinha em especial.
Calvin não era fã da comida de sua mãe, uma gororoba esverdeada com uma cara bem feia. À cada refeição, uma aventura diferente era vivida entre o garoto e sua inimiga confessa: a comida.
Mas esta tirinha da qual me lembro marcou não sei por qual motivo. Talvez eu não gostasse da comida de alguma empregada que eu tinha, pois da minha mãe sempre foi muito boa. Enfim..
Calvin se via em uma real batalha contra a gororoba, que criava vida e se armava contra o garoto. Encontrei a tirinha na internet, mas em uma qualidade meio ruim. Nada que vá atrapalhar o entendimento.

E essa tirinha veio novamente à minha mente ao assistir o vídeo que você encontra abaixo.
A situação é meio diferente, porém a batalha imaginária com certeza acontece. Crianças são expostas à um delicioso e provocativo marshmallow, mas são proibidas de come-lo até a ordem oficial.
Com uma câmera escondida, as reações das crianças são acompanhadas. As expressões, os gestos, a impaciência e cada olhar são característicos de um Calvin de verdade.
Até que ponto uma criança pode seguir a linha da obediência sem ultrapassar a barreira do desejo? Clique na imagem abaixo para assistir o vídeo do “Teste do Marshmallow” e descobrir.
Fonte: MSN Vídeo
Lembrando que, no vídeo, as crianças não são proibidas de comer o marshmallow. A orientadora do teste faz um “acordo” com eles: se aguardarem na sala sem comer o doce até que a mesma retorne, ganhariam um prêmio (no caso, outro marshmallow). Elas ficam, portanto, num “dilema” entre saborear o marshmallow naquele instante do desejo ou aguardar a “longa espera” para serem recompensadas.
Isso foi peça de um estudo feito anos atras com crianças que foram acompanhadas até ficarem adultas. Maiores informações procure o vídeo no http://www.ted.com
Lá explica o estudo certinho
Obrigado pelas informações Livia e Filipe, voltem sempre!
Ia dizer o mesmo que a Lívia disse mas cheguei atrasado.